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sábado, 17 de janeiro de 2015

Azares numa nova casa: #10 TV e pintura

Não é só na rua que há chuviscos.
Foi feita a instalação da TV digital na casa, de uma conhecida empresa.

Para a imagem de TV chegar às restantes divisões da casa, o sinal de TV é injectado na rede analógica da casa, sem ser necessário ter mais boxes de TV. No entanto, se ligarmos a TV noutras divisões, à rede de TV analógica da casa, a imagem degrada-se, e muito!


Disseram os senhores da tal empresa, que só garantiam boa imagem em 4 tomadas de TV da casa e que se a casa tem mais que isso, é preciso desactivar as tomadas. Esta explicação não nos convenceu. Não queremos andar a desactivar fichas de TV.
Nem sequer havia sinal de TV em certas divisões, o que significava que já havia tomadas desactivadas (lá andámos nós com uma TV pequenina de divisão em divisão, para testar). Depois de ter aberto todas as fichas de TV, encontrei aquelas que não estavam a propagar o sinal de TV para a próxima tomada e... fiz a ligação.

No sótão, os chuviscos mais pareciam um dilúvio, mal se percebia alguma coisa na imagem de TV.

Chegámos a comprar um amplificador de sinal de TV, para aumentar a potência do sinal e assim chegar com melhor qualidade às restantes divisões, mas não resolveu, parecia que nem fazia diferença. Claro está que o amplificador foi devolvido à loja.

Recorrendo a ajuda!
Restou-nos pedir ajuda ao electricista.
Depois de ele ter andado a verificar o sinal, na tomada seguinte à da box, viu que havia logo degradação da imagem, com muitos chuviscos. Isto só queria dizer uma coisa, ou duas, pronto: ou havia problemas na tomadas, que já eram antigas e tal e agora são melhores, ou nos cabos coaxiais (que fazem a rede de tv analógica por toda a casa).

Vieram novas tomadas de TV. Continuavam os chuviscos.

A solução
É preciso substituir a cablagem, os cabos coaxiais que ligam entre fichas de TV, aqueles que estão por dentro das paredes, porque aqueles não estavam a cumprir a sua função correctamente. Basta estarem danificados nalgum ponto, para que haja perda de sinal e por consequência, imagem com menos qualidade (com chuviscos).

Cabos e mais cabos...
Descobriu-se que no sótão nem sequer havia ligação dos cabos ao resto da casa (o que justifica o dilúvio que se via na TV).
Havia imensos cabos colados nas paredes de toda a casa, entre divisões, para levar o sinal de tv, em vez de usarem as tomadas, que já tinham sido cortados nalgum sítio, porque tinha sido uma instalação de TV algures no tempo e que foi deixada ficar. Foi tudo arrancado. Foi como pegar numa marreta e deitar paredes abaixo. Ahhh soube bem!


Só ficou 1 fio para levar o sinal de TV a uma divisão onde não existia uma ficha de TV: de um quarto para outro quarto, lá anda o fio a contornar portas e paredes, atravessar buracos feitos entre divisões... mas já temos o destino planeado para este fio, que torna a casa inestética. Este fio irá passar para dentro da parede (sim, vamos abrir um roço na parede, colocar um tubo, abrir o buraco para se colocar a ficha de TV, voltar a tapar tudo) antes de começarem a pintar a casa no interior. Já tínhamos começado a pintar a casa - quão complicada pode ser uma simples pintura? - mas ficou tudo mal, com relevos de tinta, e decidimos entregar a pintura ao senhor que andava a arranjar o telhado.

Ah, e vamos deitar uma parede abaixo, mas isso é outra história para outro dia.

Uma coisa positiva...
Entre a sala e a cozinha já foi substituído o cabo coaxial e já temos uma imagem límpida de TV na cozinha!
Falta o resto.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Azares numa nova casa: #9 Chuva

chuva
Chove e chove e chove...

Hoje começou a chover.
A palavra telhado vem-me à cabeça, não sei bem porquê.

Bem, de acordo com o nosso repórter no local, a água não está a entrar no sótão, porque o empreiteiro conseguiu meter a subtelha, o tal de Onduline, a tempo (uff!). Mas só conseguiu meter telhas em 3/4 do telhado.

No entanto, não sei se já tinha aqui dito, na janela da sala entra água pelo canto (descobrimos isso com as primeiras chuvas depois da compra da casa), molhando a parede do lado de dentro. Já se vedou a janela com silicone pelo lado de fora, à volta da pedra da janela, mas ainda entra água (não tanta como dantes). Desconfiamos que seja da junção entre pedras.

Espera-se por uma aberta para conseguirem acabar a parte exterior do telhado.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Azares numa nova casa: #8 Obras no telhado

Já estão a pensar "o que é que aconteceu desta vez?". Pelo menos com o telhado não aconteceu nada azarado que impedisse os trabalhos de avançar.
Telhado com lâminas de madeira orientadas (OSB)
Telhado com lâminas de madeira orientadas (OSB) e roofmate por colocar

O telhado já foi destelhado, já foram colocadas as placas estruturais de lâminas de madeira orientadas (OSB - Oriented Strand Board) e o roofmate (isolamento térmico) já anda a ser colocado por cima das placas de madeira.
Roofmate
Roofmate colocado por cima do OSB

Telhado com OSB
Telhado visto por dentro, com o OSB
O onduline também está a postos para ser colocado (evita infiltrações).

onduline
Onduline

As telhas andam a ser limpas, para poderem ser impermeabilizadas com um produto hidrófugo e serem então colocadas em cima do onduline, onde será montada uma estrutura em pvc, para encaixe das telhas.

telhas
Telhas para limpar

Só então será colocado o pladur no interior, para finalizar.

Bem, pode-se dizer que houve um azar: parece que a quantidade de telhas partidas que estavam no telhado é maior do que aquilo que se pensava. Vamos ter de comprar ainda mais telhas.
De resto, descobriu-se que o construtor da casa andou a esconder entulho nas partes mais baixas do sótão, atrás de mini-paredes. O empreiteiro contratado irá tratar de levar esse entulho.

Mas isto não é nada comparado com chuva (que ainda não caiu, mas parece que há previsão de chuva para amanhã). O empreiteiro anda que nem um doido para deixar o onduline pronto até amanhã.

Terá conseguido terminar antes de começar a chover?
Não perca o próximo episódio, porque nós... também não!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Azares numa nova casa: #7 Ao destelhar...

Começaram as obras com os empreiteiros, na casa.

É agora que está "bom tempo", melhor dizendo, sem chuva, o que permite que se possa destelhar o telhado, para aplicar a solução descrita no post anterior "Azares numa nova casa: #6 O Telhado".

O maior azar que poderia acontecer neste momento, é começar a chover, visto que agora, metade do telhado já lá não está. Bate na madeira!

Telhado sem telhas, destelhado
Estado actual do telhado da casa: meio destelhado

Mas, aconteceu um azar, ou não fosse esta a Casa dos Azares. Parece que o empreiteiro hoje não conseguiu carregar para o sótão o material que irá ser aplicado, porque... o botão da grua queimou, literalmente.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Azares numa nova casa: #6 O Telhado

Quando comprámos a casa, já sabíamos que havia qualquer coisa de errado na cobertura do sótão (a madeira que fazia de tecto no sótão estava com barriga nalguns sítios, o que indica que inchou por causa de humidade ou de calor.

De modo a resolver o problema e garantir um melhor isolamento térmico na casa, visto que o sótão não tem placa de cimentos no tecto, decidimos que queríamos colocar roofmate por baixo das telhas e das vigas, evitando tirar as telhas. Estava com tecto falso de madeira em ripinhas todas encaixadas umas nas outras, com iluminação embutida em estilo bastante antigo - nem são focos de luz, depois esferovite bem grosso e por fim as telhas, que assentam sobre umas vigas de betão,

cobertura de madeira no sótão
Cobertura de madeira no sótão

Ah, existe um pormenor importante: no sótão existem 3 janelas do tipo Velux para se poder ter luz natural no espaço.

Através da Zaask (sabiam que fui eu que dei este nome ao site? E não, não faço parte do site, mas conheço as pessoas), contratámos uma empresa que nos iria arrancar a cobertura de madeira, colocar o roofmate e depois finalizar com contraplacado (que é mais barato do que estar a encaixar novamente a cobertura de madeira, e se voltássemos a ter novamente problemas com ela, estaríamos sempre a desembolsar mais €€ do que o necessário).

O tecto de madeira foi arrancado, a esferovite foi tirada e neste momento está só com as telhas (e faz lá um frio de rachar). Na semana em que isto foi feito, começou a chover a cântaros e foi aí que percebemos porque é que a madeira tinha inchado: as janelas do tipo Velux deixavam entrar água, de tal forma que numa delas a água parecia que estava a sair de uma fonte: corria em bica! Lá ficaram uns baldes de 15L a aguentar a água que caia (todos os dias íamos lá à noite despejar os baldes, se tivesse chovido nesse dia).

E assim o trabalho de reconstrução do telhado foi suspenso: as janelas precisam de ser substituídas. Ainda chamámos o representante da marca das janelas, a ROTO, para se ver se as janelas tinham arranjo, mas infelizmente não. A marca já não fabrica daquelas janelas há cerca de 13 ou 14 anos, não existem peças para as janelas em lado nenhum e nem a marca as fabrica. A madeira das janelas já está podre (já lá crescem cogumelos) e precisa de ser trocada.

Janela do sótão com cogumelos
Janela do sótão com cogumelos

Foi assim que decidimos que as novas janelas seriam da marca Velux, a marca original deste tipo de janelas. A Velux tem técnicos por todo o lado, que poderão resolver problemas, ao contrário da ROTO, que teriam de vir os técnicos de Coimbra, o único local onde estão em Portugal, e teria que se desembolsar a sua deslocação, adicionando o facto da ROTO descontinuar as suas janelas, obrigando a colocar novas quando têm problemas.

Para além deste problema com as janelas, também se descobriu que existem telhas rachadas, telhas que deixam passar água (já com problemas de permeabilidade) e ainda telhas que não estão bem colocadas no encaixe umas das outras. Isto tudo contribui para que passe água e frio para o interior da casa.

Solução (ainda por implementar):

Quando estivermos numa altura em que não esteja a chover durante umas duas semanas e que haja disponibilidade do senhor das janelas e dos senhores do tecto (isto tem de ser tudo bem conjugado), é preciso:
  • Tirar as telhas do telhado
  • Substituir telhas rachadas/partidas
  • Impermeabilizar as telhas (com uma tinta especial impermeabilizante)
  • Colocar o roofmate (isolamento térmico) e subtelha Onduline (isolamento para infiltrações) por cima das vigas
  • Colocar novamente as telhas (são da Telhasol)
  • Colocar as janelas Velux novas 
  • Aplicar o pladur, com iluminação LED embutida.
  • Pintar
Vai ser algo assim deste género, sem a parte da estrutura metálica, visto que temos vigas de betão...


segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Azares numa nova casa: #5 Estores

Ainda não vos tinha contado um azar relacionado com estores... Ora bem, ia eu puxar o estore da sala, para dar alguma luminosidade, quando, ao agarrar na fita do estore e a comecei a puxar, se ouviu um CLACK, puxei, puxei (já com a fita muito solta) e o estore não subiu, porque... tinha acabado de se partir!
Grrrrrrrrr...
Abrimos a caixa de madeira, onde o estore está metido, com uma chave de fendas e confirmámos: yup, o estore partiu-se mesmo.

Janela com estore partido
Janela da sala com estore partido

E assim temos mais uma coisa para arranjar (e já agora, rever o estado dos restantes estores)... como se não bastassem as restantes coisas.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Azares numa nova casa: #4 O fogão

Na sequência do Azar #2, no qual a máquina de lavar roupa não cabia na bancada da cozinha, foi chamado o carpinteiro para que o móvel de cozinha subisse 2 cm em altura.

As pedras da bancada de cozinha foram arrancadas (felizmente nenhuma se partiu!) e já que a placa do fogão foi desmontada, assim como o lava-loiças, aproveitámos para trocar a placa do fogão, para uma nova. Naquela já faltava lá qualquer coisa (seria uma luzinha?), que deixava um buraco em aberto para o interior do fogão, para além de ter os botões completamente apagados (nem dava para saber qual era a posição de ligado/desligado, mínimo e máximo), os metais um pouco com ferrugem, o fogão apagar-se sozinho, e ainda botões que já saltavam do fogão com muita facilidade. OK, o fogão não estava em condições, era a oportunidade para trocar.

placa fogão velho
O fogão velho: os botões apagados e o buraco na placa. O único botão que não está apagado é o da placa eléctrica, que nunca ninguém usa.

Aproveitámos um dia de promoções de uma dessas lojas da moda, que fazem promoções com 20% de desconto uma ou duas vezes ao ano, para comprar a placa nova do fogão. A promo veio mesmo a calhar.

Íamos inclinados para comprar uma placa de indução, que tem como vantagem sobre as placas  de vitrocerâmicas o facto de não queimarem ao toque (seria necessário comprar tachos e panelas novas). Após vermos os consumos destas placas na loja, chegámos à conclusão de que não seria a melhor opção, visto que estas placas consomem imensa energia: mais de 7000W! Leram bem, mais de 7 mil watts com os bicos todos ligados. Ou seja, se num dia for ligar o forno e estiver a cozinhar com os 4 bicos do fogão ligados, com tv ligada, frigorífico ligado, aquecimento... não há disjuntor que aguente isto. Haver até há, mas paga-se. Tem de ser um bem potente, e para o ter, tem de se pagar mais de electricidade (aluguer  de um disjuntor mais potente) mensalmente à EDP e estaríamos a gastar mais que o desejável.

Ficámos a saber que existem placas de fogão para gás natural e para gás de botija. A casa não tem gás natural (parece que os senhores do gás natural não se quiseram dar ao trabalho de meter gás natural do meu lado da rua, porque eram poucos moradores), logo a escolha ficou mais limitada.

Um grande requisito era que os botões do fogão não tivessem pintado o desenho de ligado/desligado, mínimo e máximo, mas sim, que tenham um relevo ou algo que não se apague que dê para perceber em que posição está o botão do fogão.

Para se colocar uma nova placa de fogão, era necessário saber as medidas do buraco do encaixe na pedra (que na altura da compra não sabíamos porque o fogão antigo ainda lá estava encaixado). Foi com base nas medidas exteriores da placa "velha" e um bocado à sorte. Se não coubesse, seria necessário pedir para se cortar um pouco da pedra da bancada de cozinha.
As placas de indução tinham medidas de encastre maiores que as do fogão a gás. Não fosse o diabo tecê-las, ponderámos muito bem isto tudo. Tão bem, que naquele dia regressámos à loja 3 ou 4 vezes até fazermos a compra (que tinha de ser naquele dia).

Por isso optámos por uma placa de fogão cristal a gás. Preta. É linda! Coube no buraco do encastre! E... funciona!

Placa fogão cristal gás
A placa de fogão nova, a gás e de cristal! Os botões têm um relevo que permite perceber se está apagado ou não, e o desenho de mínimo e máximo está por baixo da placa, ou seja, nunca se vai apagar.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Azares numa nova casa: #3 O afagamento

Na outra semana passada, ia ser feito do afagamento do chão dos quartos, que está em madeira parket muito riscado, com muitas marcas de saltos altos.
Não sei se repararam no tempo verbal da frase "ia". Pois é, não foi feito no dia previsto.

Azar #3: Disjuntor a disparar
Parece que por cada vez que ligavam a máquina de afagar o chão, o disjuntor disparava. O quadro eléctrico disparava, não aguentava. E sem isso, não havia afagamento.

Tínhamos uma potência contratada de 6,9 kVA, o que deveria ser suficiente. O que não estávamos a contar é com o que significa ter uma instalação trifásica (era o que já existia na casa). Com uma instalação trifásica (3 fases), a potência é dividida pelas fases, ou seja, 2,3 KVA por fase (10 amperes por fase). E 2,3kVA não é suficiente para afagar nem para viver lá. Só para perceberem a comparação do que significa este valor, com o aquecedor eléctrico ligado e um microondas a funcionar, não é suficiente e faz disparar o quadro eléctrico.

Quadro eléctrico

Quadro eléctrico
Quadro eléctrico: o antes

Solução:
Aumentar a potência contratada para cerca de 10,35 kVA, o que daria cerca de 3 e picos kVA por fase, e isto implicaria pagar mais mensalmente pela potência contratada. Ou, mudar para monofásico, mantendo os 6,9 kVA de potência contratada, mas tudo numa única fase. Escolhemos esta segunda opção, porque assim depois das obras até podemos baixar a potência contratada para um valor inferior e assim conseguirmos poupar na factura da electricidade.
Para mudar de um sistema trifásico para monofásico foi preciso chamar o electricista, para fazer as mudanças no quadro eléctrico, no interior da casa, e também a EDP para fazerem as mudanças para monofásico na parte de fora da casa.

Desta forma, conseguimos um electricista que nos fizesse esta modificação e conseguimos marcação com a EDP para o dia seguinte, ao dia das mudanças do electricista.

Mais um problema resolvido!

Quadro eléctrico
Quadro eléctrico: o depois. Até passámos a ter um diferencial!

sábado, 29 de novembro de 2014

Azares numa nova casa: #2 A Máquina de Lavar Roupa

A Compra
A casa tem uma chaminé para os fumos do fogão, em vez de ter um exaustor. Eu uso bastante o exaustor sempre que estou a cozinhar, para absorver os cheiros e vapores que se libertam durante a confecção de uma refeição e para  mim é impensável ter uma cozinha onde não exista um exaustor. Não é a mesma coisa ter só a chaminé. E por isso andávamos a ver quais os exaustores que conseguíamos encaixar dentro da chaminé.

Aproveitámos um daqueles fins-de-semana em que certas lojas fazem promoções de desconto do valor do IVA em todos os artigos, para comprar o exaustor e ainda uma máquina de lavar e secar roupa. Íamos com a intenção de comprar o exaustor, mas ao ver a máquina de lavar e secar, tomámos a decisão em cima do joelho de aproveitar a promoção. A máquina até é jeitosa, de classe A e tal. Onde moramos actualmente temos uma máquina de lavar roupa, uma máquina de secar roupa (que necessita de ter um tubo na janela para expelir o vapor da secagem) e ainda a máquina de lavar loiça. Iremos deixar estes electrodomésticos nesta casa e compraremos novos, para a nova casa.
Em primeiro lugar, na nova casa não temos janelas a jeito para se colocar lá ao lado a máquina de secar com o seu tubo, e eu uso mesmo bastante a máquina de secar roupa: a roupa até dispensa ser passada a ferro, se for dobrada quentinha acabada de sair da máquina de secar. Logo, a opção que achámos foi a compra de uma máquina de lavar e secar roupa, tudo 2 em 1, a ser colocada na cozinha ao lado na futura máquina de lavar loiça.

Azar #2: Entregaram a Máquina de Lavar e Secar Roupa e...
Foram entregar a máquina de lavar e secar roupa esta semana. Depois de ser desembalada pela transportadora, a primeira coisa que foi evidente é: a máquina não cabe em altura, debaixo da pedra da cozinha. Mau mau!

máquina de lavar roupa não cabe
Faltou um bocadinho assim!

Tentou-se que a transportadora levasse novamente a máquina para a loja, o que nos foi rejeitado. À noite fomos à loja tentar reaver o dinheiro, para que pudéssemos encontrar outra máquina que lá coubesse, e fomos informados que a devolução do dinheiro não se aplica a grandes electrodomésticos, mas que poderiam dar um vale no valor da compra. E disseram-nos que sim, que a transportadora deveria ter trazido a máquina de volta à loja e que teriam uma palavrinha com eles. Na loja tentámos ver opções: máquinas de encastre são muito mais caras e ainda é preciso mandar fazer a madeira compatível com os móveis da cozinha. Foi-nos apresentada a opção de tirar o tampo da máquina, porque é habitual as pessoas fazerem isso quando as máquinas de lavar não cabem, e colocarem esferovite ou pladur a fazer de tampa. Na loja abriu-se o tampo da máquina de exposição e... não tem qualquer isolamento que proteja a máquina de derrame acidental de líquidos, por isso isto também ficou fora de questão.

Pensar
E agora, o que vamos fazer??

Estamos a falar da diferença de 1cm! O espaço na cozinha é de 82,5cm e a máquina tem 83,5cm de altura. Segundo fomos informados, era habitual as habitações mais velhas terem uma altura menor para as máquinas (seriam as máquinas mais pequenas nessa altura?).


Solução
Fomos para casa pensar no assunto.
Surgiu a ideia de fazer a pedra da bancada subir para a altura standard. O custo de comprar uma máquina de encastre (que têm 82cm de altura) mais mandar fazer a madeira de encastre compensa o custo de mandar subir a pedra da bancada da cozinha e meter madeira nesse espaço que subir. Para além disso, passamos a ficar com uma altura standard onde caberá qualquer máquina que venha a ser lá colocada, como a máquina de lavar loiça ou substituir alguma delas que se venha a avariar.
O risco: alguma pedra da bancada vir a partir-se enquanto é manobrada para subir.
Decisão validada e em marcha. O trabalho foi encomendado.